quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

NILSON IN OJOGO

"Se perdermos não será por medo ou cobardia"

Titular indiscutível na baliza e um dos capitães, Nilson cumpre a terceira época no Vitória e vê uma força inabalável no grupo rumo a uma filosofia comum: lutar sempre para vencer, seja qual for o adversário.

P | A uma jornada do final da primeira volta, é o totalista da equipa. Como encara este facto?
R | Fico muito feliz pela confiança do mister no meu trabalho. Claro que, nas outras posições, há uma maior rotatividade, quer seja por desgaste físico, quer por castigos disciplinares. Na baliza, é mais difícil haver essa rotatividade, mas sinto-me muito satisfeito por manter essa regularidade e não haver nada a atrapalhar o meu desenvolvimento. Aliás, nunca facilito nos treinos, dou sempre o meu melhor. Se tiver jogo no domingo, na segunda-feira estou lá com o mesmo empenho, até porque existem outros guarda-redes com qualidade que, a qualquer momento, podem ocupar o meu lugar.

P | Em apenas três anos, já experimentou diversos sentimentos em Guimarães…
R | Sim, mas não podemos esquecer que, nos maus momentos, só os fortes sobrevivem para contar a história. No plantel actual, há jogadores que fizeram parte da descida, da subida e, agora, deste excelente arranque. Felizmente, Deus colocou-me no meio desses sobreviventes. Quando lembramos a descida, vem aquela tristeza, mas sabemos que, no ano seguinte, devolvemos o clube a um lugar de onde nunca deveria ter saído e agora estamos incomodando os chamados grandes.

P | O treinador Manuel Cajuda foi um dos responsáveis pela reabilitação psicológica do plantel?
R | Contra factos, não há argumentos. A partir do momento em que ele tomou conta da equipa, as coisas mudaram. Os jogadores entenderam a sua mensagem, ele deu a volta à situação e tirou o melhor do grupo. Sem sombra de dúvida que ele tem uma responsabilidade muito grande pelo facto de o Vitória ter dado a volta por cima.

P | Concorda com a opinião do mister, quando ele diz que o Vitória é das melhores equipas a praticar futebol no País?
R | Todos os jogos deram na televisão, à excepção do Atlético, para a Taça, e as pessoas viram as nossas qualidades. O Vitória tem apresentado um futebol ofensivo, alegre, de igual para igual. Não temos esperado, jogado atrás, vamos discutindo, desde o primeiro minuto, os jogos sempre para ganhar. Isso tem trazido alegria aos sócios e espectadores. O mister tem incutido, dentro do grupo, essa filosofia, e nós estamos absorvendo cada pormenor. Todos os jogos são para ganhar, se perdermos, paciência, mas de uma coisa temos a certeza: não vamos perder por medo ou cobardia.

P | O arranque positivo é suficiente para esquecer a tristeza da descida?
R | Sim, porque isso demonstra a verdadeira força do Vitória. Muitos não acreditavam que éramos capazes de fazer o que estávamos a fazer. Temos demonstrado que somos a quarta força do País e esperamos continuar assim até ao final do Campeonato. Com a descida, aprendemos uma lição, mas o Vitória nunca perdeu a sua grandeza.

"Quero terminar a carreira no Vitória"

P | Qual o ambiente que se vive no balneário?
R | Espectacular, com uma grande amizade e cumplicidade. É um balneário alegre, responsável, e talvez isso tenha feito a diferença. Sem querer, conseguimos passar isso para o público. E o mais importante é haver respeito mútuo.

P | Identifica-se com a paixão dos adeptos?
R | Imenso. Acho isso extraordinário, vivem o clube de forma única. São muito unidos, toda a cidade adere o mais rápido possível a qualquer movimento, tal como se viu no cordão humano ou no treino com mais de três mil pessoas. Os adeptos estão sempre connosco, e é gostoso jogar num clube como este.

P | Pretende ficar no clube mais épocas ou experimentar outra realidade?
R | Estou muito feliz no Vitória, tenho contrato até ao fim de 2009 e espero cumpri-lo. O futuro só a Deus pertence, mas, ande por onde andar, um dia quero terminar aqui a minha carreira.

"A dedicação e a alegria têm feito a diferença"

P | A que se deve a caminhada triunfante no regresso ao primeiro escalão?
R | Houve um planeamento bem feito, mexeu-se o mínimo possível no plantel, e foram-se buscar jogadores para encaixar na filosofia e métodos de trabalhos do mister. A partir daí, falou mais alto o trabalho de continuidade, além da nossa dedicação a cada treino e a cada jogo, e a alegria com que encaramos o trabalho. Isso tem feito a diferença, com a qualidade individual de cada jogador, que torna o colectivo muito forte. Por isso, estamos nos primeiros lugares.

P | O confronto com os três grandes é que não registou um saldo positivo…
R | Em termos de pontos, não foi positivo, mas, em atitude e futebol bem jogado, foi positivo. Claro que não contam as vitórias morais, mas jogámos em casa deles e empatar na Luz, perder em Alvalade ou no Dragão não é nada do outro mundo. Sem dúvida que, na valorização do nosso trabalho, esses jogos trouxeram mais confiança, porque jogámos de igual para igual. Agora, em Guimarães não terão tarefa fácil.

Hoje é dia de "parabéns a você"

Depois de já ter vivido as tradições de um Natal no seu país e à boa maneira portuguesa, o guarda-redes decidiu este ano experimentar a quadra natalícia no romantismo de Paris. Aproveitando os três dias de folga concedidos pela equipa técnica, Nilson viajou na companhia da mulher e do colega Márcio Martins, mais a respectiva cônjuge. E hoje, dia do seu aniversário, comemora os 32 anos em Paris. "Eu já conheço a cidade, mas a minha esposa não. Por isso, é algo de diferente. Dará para relaxar, desligar um pouco do mundo do futebol, para recompor as energias e voltar em força", disse o aniversariante.

À espera de um título no Vitória

Nilson chegou a Portugal em 2005 para a primeira experiência em solo europeu. Na bagagem trouxe uma vasta colecção de títulos, conquistados ao serviço da selecção e em vários clubes brasileiros. Além de ter sido tricampeão baiano e bicampeão do Nordeste, vice-campeão brasileiro da I Divisão, campeão da Série B do campeonato brasileiro e campeão pernambucano, nos escalões jovens, e pela selecção, amealhou o título de vice-campeão do mundo de Sub-20, campeão sul-americano de Sub-20, título de Toulon em sub-23 e campeão Mercosul nos Sub-20. Só lhe falta mesmo o título... em Portugal. "Ou conquistar a Taça de Portugal. Tenho esse desejo. Quem sabe, no futuro próximo não possa levantar um desses troféus ao serviço do Vitória. O clube merece um desses títulos", considerou.

"Em campo sou mais agitado"

P | Depois de uma carreira consolidada no Brasil, caminha para a terceira época no Vitória. Que balanço faz?
R | Muito positivo. Tive a tristeza de descer, mas a alegria de voltar com o clube à primeira liga e participar neste momento grandioso. Joguei quase todos os jogos durante os três anos, salvo o primeiro devido a lesões. Tenho feito jus à minha contratação. Além disso, esta é uma cidade tranquila, rica em termos culturais, charmosa, aconchegante, o povo é muito acolhedor e tanto eu como a minha esposa estamos bem adaptados.

P | Dentro e fora de campo há diferenças de comportamento?
R | Sou mais agitado dentro de campo, falo mais, berro com os colegas. Quando estou em casa ou na rua sou um bocado tímido, mais retraído, observador, reservado, embora seja uma pessoa alegre e divertida.

P | Faz parte do grupo "Atletas de Cristo". A "força divina" tem-no ajudado ao longo da vida?
R | Sempre. Deus é o meu fundamento de vida, a Bíblia é o meu manual. A minha fé leva-me a crer que Deus está acima de todas as coisas. Mas eu acredito que cada vez que me entrego mais no meu trabalho, ou quando tento estar mais próximo de Deus, participando nos cultos evangélicos ou nas orações, isso faz-me ter uma vida espiritual mais consistente. A fé move montanhas e com a nossa fé podemos conquistar aquilo que aos olhos do homem parece impossível.

À espera de um título no Vitória

Nilson chegou a Portugal em 2005 para a primeira experiência em solo europeu. Na bagagem trouxe uma vasta colecção de títulos, conquistados ao serviço da selecção e em vários clubes brasileiros. Além de ter sido tricampeão baiano e bicampeão do Nordeste, vice-campeão brasileiro da I Divisão, campeão da Série B do campeonato brasileiro e campeão pernambucano, nos escalões jovens, e pela selecção, amealhou o título de vice-campeão do mundo de Sub-20, campeão sul-americano de Sub-20, título de Toulon em sub-23 e campeão Mercosul nos Sub-20. Só lhe falta mesmo o título... em Portugal. "Ou conquistar a Taça de Portugal. Tenho esse desejo. Quem sabe, no futuro próximo não possa levantar um desses troféus ao serviço do Vitória. O clube merece um desses títulos", considerou.

"Nada nos proíbe de sonhar com a UEFA"

P | Até onde poderá chegar a equipa?
R | Queremos dar continuidade ao trabalho que temos desenvolvido, tentando crescer e melhorar um pouco mais. O grupo ainda não deu tudo o que tinha para dar e, por isso, vamos ser ainda mais fortes e fazer uma segunda volta ainda melhor.

P | A chegada a um lugar de acesso às competições europeias é uma meta que se impõe?
R | Primeiro, queremos alcançar os pontos necessários para a manutenção. É evidente que isso não nos proíbe de sonhar com a qualificação para a Taça UEFA. Mas só quando alcançarmos o primeiro objectivo é que traçaremos outras metas.

INQUÉRITO ONLINE

P | Acredita, tal como Miljan, que o Guimarães vai acabar o campeonato num dos cinco primeiros lugares?
Não restam dúvidas entre os vimaranenses: o Guimarães conquistará o direito de participar numa competição europeia da próxima temporada. Eis a conclusão a tirar do inquérito online, onde quase 90 por cento dos cibernautas mostraram a convicção de que ficará nos cinco primeiros lugares do campeonato. Logo, na Europa!


REALIZADO NOS DIAS 24 E 25 DE DEZEMBRO

VALORES EM PERCENTAGEM

SIM: 88
NÃO: 12

Nº DE PARTICIPANTES: 257

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

UM BOM NATAL E UM PROSPERO ANO NOVO!!




queria desejar a todos os vitorianos e tbm aos nao vitorianos um feliz natal e um prospero ano novo!!!!!!
tudo de bom pa todos e k o vitoria neste novo ano nos continue a dar muitas alegrias!!!!
saudaçoes vitorianas......vitoria ate depois da morte......

domingo, 23 de dezembro de 2007

VIOTRIA VENCE E CONVENCE EM FIM DE MAIS UM ANO



Um V. Guimarães inteligente, inspirado e confiante atropelou o Belenenses de uma forma que o resultado não traduz na sua plenitude. A formação de Cajuda ganhou, ganhou bem, de uma forma cristalina até e despediu-se em grande de um ano fantástico.

A incerteza no resultado durou apenas dez minutos. Ao décimo primeiro, João Alves fez um passe de vinte metros que rasgou a consistência do Belenenses e Alan trabalhou bem sobre Ruben Amorin antes de rematar a centímetros da baliza de Marco.

Num instante o V. Guimarães percebeu que o adversário não era intransponível, como parecera até então, e que havia uma forma de o ultrapassar: em transições rápidas. A partir daí, então, fartou-se de jogar futebol e de criar situações de golo iminente.

Quase sempre em jogadas rápidas, com muita mobilidade na frente e um inspirado João Alves na distribuição do jogo, o V. Guimarães esvaziou de confiança um Belenenses que na última semana batera o Benfica e partiu para uma exibição pujante quanto baste.

Tanto assim que no final da primeira parte o Belenenses não criara uma única situação de perigo. Já a equipa da casa marcara um golo numa excelente jogada colectiva e criara futebol para marcar mais dois ou três em outras situações de recorte entusiasmante.

Um pouco mais Belenenses, mas muito pouco

Perante a imensa desinspiração da primeira parte, esperava-se que Jorge Jesus mexesse na equipa ao intervalo. Não aconteceu logo ali, aconteceu pouco depois quando colocou Fernando no lugar de Silas e esticou a equipa com a colocação de três homens na frente.

O Belenenses melhorou, cresceu no campo, conseguiu por fim jogar no terreno adversário e, mesmo criando perigo só num remate de Hugo Alcântara, lançou incerteza através de cruzamentos que faziam a bola passar com alguma frequência junto à baliza de Nilson.

Mas foi coisa pouca. Manuel Cajuda emendou a mão com a entrada de Felipe, tendo com isso devolvido à equipa a estabilidade perdida com a troca de Mrdakovic por Tiago Targino. Pelo que com relativa tranquilidade a equipa segurou uma vantagem que merecia outra expressão.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

TAÇA DA LIGA




O Vitória foi goleado por 4 - 1 pelo Boavista e ninguém se pode queixar do resultado. O resultado final espelha a superioridade dos homens de Jaime Pacheco e traduz a fraca prestação da equipa vitoriana.

O Vitória averbou a segunda derrota na Liga Intercalar, após três jogos disputados, desta feita frente ao Boavista de Jaime Pacheco.

A equipa vitoriana sofreu três golos de rompante no primeiro período e não teve tempo para emendar o resultado. Moreno ainda reduziu para o Vitória mas, logo no início da etapa complementar, os boavisteiros aumentaram a vantagem e deitaram por terra as esperanças de recuperação por parte da equipa orientada por Manuel Cajuda.

Este mau ensaio dos atletas menos utilizados do plantel vitoriano foi completamente assumido pelo treinador profissional. Cajuda não se coibiu de afirmar que estes jogadores lhe deram razão quando não são escolhidos ao domingo.

VITORIA VS FCPORTO




O GRANDE VITORIA PERDEU ESTE FIM DE SEMANA FRENTE AO FCPORTO POR 2 BOLAS A 0!!!
O VITORIA PERDEU MAS COM GRANDE QUALIDADE POIS FOI A UNICA EQUIPA A FAZER FRENTE A UM FCPORTO!JOGANDO OLHOS NOS OLHOS!!!
O VITORIA TEM MOSTRADO SER A EQUIPE SENSAÇAO DESTE CAMPEONATO E ASSIM ESPERAMOS K CONTINUE A SER!!!
E MAIS UMA X OS ADEPTOS(COMO SEMPRE)APARECERAM EM GRANDE NUMERO E FIZERAM GRANDE FESTA NO ESTADIO DO DRAGAO!!!SOMOS UNICOS E VAMOS SER SEMPRE!!!!


SOU DO VITORIA ATE DEPOIS DA MORTE!!!!!!!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

VITORIA VENCA PARA A TAÇA DE PORTUGAL

O Vitória venceu o Atlético por 1 – 0, na Tapadinha, e cumpriu escrupulosamente o objectivo traçado para este jogo: passar à próxima eliminatória.

Manuel Cajuda evitou cair em facilitismos e colocou em campo os jogadores habitualmente titulares. Talvez por isso, a equipa vitoriana mostrou a raça e o empenho necessários para vencer um incómodo adversário.

O Vitória começou bem melhor o jogo, controlando completamente o rumo dos acontecimentos. Ghilas atirou uma bola à barra, num lance que merecia o prémio do golo para o franco-argelino.

Ainda assim, foi o Atlético quem dispôs da melhor oportunidade do primeiro tempo. Jorge Sousa marcou um penalty duvidoso mas Nilson mostrou porque é considerado um especialista na defesa dos pontapés dos 11 metros.

O Vitória recuperou do susto e continuou a ser mandão como até aí. Apesar do penalty falhado, o Atlético não merecia descer às cabines com um nulo no marcador. A formação de Manuel Cajuda dominou territorialmente e teve boas chances para se adiantar.

No segundo tempo, a partida foi mais equilibrada mas curiosamente foi neste período que surgiu o golo do triunfo vitoriano. Fajardo cruzou de forma venenosa e Rolão cortou a bola de forma defeituosa para a baliza do Atlético.

Até final, o Vitória controlou as operações e com as substituições operadas conferiu grande solidez à nossa equipa. Triunfo justo e natural, de uma equipa com mais qualidade e “pedalada”.

FICHA DO JOGO

Estádio da Tapadinha, em Alcântara

Árbitro: Jorge Sousa (Porto)

ATLÉTICO: Leão; Tiago Mota, Rolão, Ricardo Aires e Branquinho (César, 79m); Simões, Zezinando (João Paulo, 64m), Lapinha e Gonçalves (Tiago, 76m); Hugo Rosa e Mica.

Treinador: Carlos Manuel.

VITÓRIA: Nilson; Andrezinho, Sereno, Geromel e Desmarets; Flávio Meireles, João Alves (Moreno, 79m) e Ghilas (Targino, 57m); Fajardo, Mrdakovic e Alan (Carlitos, 86m).

Treinador: Manuel Cajuda.

Ao intervalo: 0-0.

Marcadores: Rolão (64m, p.b.).

Disciplina: cartão amarelo a João Alves (38m), Hugo Rosa (44m), Zezinando (53m), João Paulo, (75m), Simões (78m), César (80m) e Rolão (89m).

Resultado final: 0-1.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

CAJUDA RENOVA ATE 2010




Manuel Cajuda renovou o vínculo com o Vitória até ao final da temporada 2009/2010. O contrato do técnico terminava no final desta época e, por isso, a Direcção do Vitória entendeu convidar Cajuda a prolongar a ligação.

Esta notícia é uma espécie de prenda de Natal antecipada aos sócios do Vitória, uma vez que Manuel Cajuda criou com os apaniguados vimaranenses uma empatia fortíssima.

Depois de ter levado o Vitória à subida de divisão, Manuel Cajuda orienta uma equipa que, segundo a crítica, é das que melhor futebol joga em Portugal.

Curiosamente o novo vínculo contratual de Manuel Cajuda termina no fim do mandato da actual Direcção, o que não deixa de ser uma forte mensagem de estabilidade do Clube.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

VITORIA iSOLA_SE NO 3º LUGAR






O Vitória provou hoje que a derrota no Bessa foi mesmo um acidente de percurso. A equipa venceu a Académica por 2 – 1 e isolou-se, com 12 jornadas disputadas, no 3º lugar da Bwin Liga. Fantástico!!!

O Vitória até nem entrou mal na partida mas foi a Académica que se colocou em vantagem no marcador.

A defesa vitoriana vacilou exactamente da mesma forma que no último jogo, consentindo o golo através de um lance de bola parada.

A partir daí, só deu Vitória. Cajuda arriscou, ainda no primeiro tempo, trocar João Alves por Targino. A equipa ganhou outra dimensão atacante e encostou a Briosa às cordas.

E apesar de ter chegado ao intervalo a perder, o Vitória deu a perfeita sensação de que ganharia esta partida.

Cajuda pediu calma e inteligência nos balneários e os jogadores responderam com a bravura que lhes é reconhecida. Ghilas empatou depois de um toque sublime de Miljan e deixou o Vitória com 40 minutos para buscar o triunfo.

Não se pode falar em massacre, mas a verdade é que até chegar a vantagem vitoriana a Académica não teve forças para acompanhar a pedalada do emblema de Afonso Henriques.

A explosão de alegria chegou aos 69’, num lance que os 13580 adeptos do Vitória jamais esquecerão. Miljan efectuou um “slalom” de 30 metros, deixando para trás alguns adversários, e disparou à entrada da área para fazer um golo genial.

Até final, a Académica criou apenas perigo num livre frontal e não fez nada que justificasse outro resultado que não a derrota.

O Vitória regressa ao trabalho amanhã, às 10h30, para preparar o embate com o FC Porto. O jogo conta para a Liga Intercalar e joga-se na quarta-feiras às 15 horas, no Campo 3 do Complexo.

Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães

Árbitro: Pedro Proença (Lisboa)

V. GUIMARÃES - Nilson; Andrezinho, Sereno, Geromel e Desmarets; João Alves (Targino, 35 m) e Flávio Meireles; Fajardo, Ghilas (Carlitos, 67 m) e Alan; Rabiola (Mrdakovic, 46 m).

ACADÉMICA – Pedro Roma; Orlando, Litos, Kaká e Pedro Costa; Paulo Sérgio, Pavlovic (Joeano, 82 m) e Ndoye, Lito, Ivanildo (Miguel Pedro, 76 m) e Vouho (Hélder Barbosa, 56 m).

Ao intervalo: 0-1

Golos: 0-1, Pavlovic (22 m); 1-1, Ghilas (51 m); 2-1, Mrdakovic (69 m).

Resultado final: 2-1

É COMO SE OUVE DIZER , O VITORIA ESTA A IR PO LUGAR DELE...

VITORIA ATE DEPOIS DA MORTE

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

RESUMO: remendados VS VITORIASC

O Vitória sofreu esta noite uma derrota por 3 – 2 frente ao Boavista, no Estádio do Bessa. Contar a história do jogo é tarefa hercúlea: tão difícil é digerir este resultado, como será difícil expressar por palavras a superioridade do Vitória.

Mas vamos por partes. Quando a equipa vitoriana “acordou”, marcava o relógio 13 minutos de jogo, já o placard assinalava uma vantagem de 2 – 0 do Boavista.

Sem nada ter feito por isso, e depois de 2 livres laterais, o Boavista marcava por Fary e Radanovic (autogolo).

A partir daqui, talvez o Vitória tenha feito a melhor exibição da época. Felipe entrou para o lugar de Luciano e 5 minutos depois já facturava. O Vitória nunca tirou o pé do acelerador mas chegou ao intervalo ainda a perder.

No segundo tempo, mais do mesmo. Jogo de sentido único e a denunciar o maior banho de bola que se viu nesta temporada em jogos do Vitória. O empate chegava com naturalidade por intermédio de outro jogador vindo do banco: Tiago Targino.

Com 2 – 2 no marcador, o Vitória continuou a ser a melhor equipa. Contudo, outro lance de bola parada (mais um!!) oferecia ao Boavista um resultado mais difícil de sair em sorte que o jackpot do Euromilhões.

Com 10 minutos para jogar, os comandados de Cajuda ainda se lançaram para cima do adversário. Flávio não conseguiu marcar em cima da linha e Alan desperdiçou com a baliza escancarada.

É certo que não se pode falar em milagre mas, por esta altura, os boavisteiros devem estar a perguntar aos céus como conseguiram ganhar este jogo.

Lucílio Baptista fez uma arbitragem ao nível do que já habituou os vitorianos. Talvez por isso, o melhor a fazer seja evitar qualquer tipo de comentário ao trabalho da equipa de arbitragem.



Estádio do Bessa, no Porto

Árbitro: Lucílio Baptista (AF Setúbal)

BOAVISTA – Jehle; Rissut, Ricardo Silva, Marcelão e Bruno Pinheiro; Fleurival (Olufemi, 65 m), Diakité e Jorge Ribeiro; Grzelak, Fary (Bangoura, 75 m) e Mateus (Edgar, 56 m).

V. GUIMARÃES – Nilson; Andrezinho, Radanovic, Geromel e Luciano Amaral (Felipe, 23 m); João Alves (Rabiola, 83 m) e Flávio Meireles; Alan, Fajardo (Tiago Targino, 64 m) e Desmarets; Ghilas.

Ao intervalo: 2-1

Golos: 1-0, Fary (1 m); 2-0, Radanovic (13 m, autogolo); 2-1, Felipe (29 m); 2-2, Tiago Targino (66 m); 3-2, Ricardo Silva (80 m).

Resultado final: 3-2

Cartão amarelo a Fajardo, Felipe, Diakité e Tiago Targino.

APÓS JOGO:

PALAVRAS DO MISTER:

Manuel Cajuda, em declarações na sala de imprensa do Estádio do Bessa, após a derrota de 3-2 com o Boavista:

«Em 25 anos de futebol, nunca deixei que um adjunto desse a cara após uma derrota. Por isso vim aqui, mesmo com a perna engessada. Fizemos um jogo excelente, apesar da derrota. Logo no início, sofremos um golo e depois levámos com um autogolo. Jogámos muito bem, um futebol muito bonito e chegámos ao empate. Os jogadores lutaram muito e sentiram alguma necessidade de recuperar. Aí surge o terceiro golo, também de bola parada. Mesmo assim podíamos ter feito o 3-3».

Sobre Lucílio Batista: «Não falo. Nos últimos três anos nenhum árbitro se pode queixar de qualquer declaração minha. Tenho o jogo gravado em casa e se quiser empresto-o ao senhor árbitro. Naquele lance do Felipe, não digo que haja grande penalidade, mas se ele não a assinalou tinha que mostrar o segundo amarelo ao Felipe».

Sobre Felipe: «O Felipe foi uma fabulosa esperança dos sub-20 do Brasil, mas depois as lesões não o deixaram em paz. Venceu essa primeira batalha, é um jogador recuperado e agora vamos ver a partir daqui. Em Agosto vivia ainda com o fantasma das lesões, mas aguentou e hoje já teve meia-oportunidade. Há-de jogar mais vezes».



PALAVRAS DE FELIPE:

Felipe, ponta-de-lança do Vitória de Guimarães, marcou um golo no Bessa na sua segunda presença no campeonato. Após a derrota por 3-2, falou aos jornalistas.

«Houve grande penalidade sobre mim. O guarda-redes largou a bola e tocou no meu pé. Eu toquei na bola e ele fez falta. Estava ansioso por jogar. Tenho falado muito com o Manuel Cajuda mas a equipa estava a ganhar e por isso era difícil arranjar um lugar. Tive hoje uma oportunidade e entrei bem. Só foi pena termos perdido».

quinta-feira, 31 de maio de 2007

noticias sobre o grandioso vitoria.....

TAÇA DE PORTUGAL:

O Vitória vai a Lisboa defrontar o Atlético Clube de Portugal, um histórico do futebol português, na IV Eliminatória da Taça de Portugal.

O Atlético, orientado pelo ex-internacional português Carlos Manuel, milita actualmente na II Divisão Série D e ocupa o 5º lugar com 17 pontos.

Recorde-se que o clube de Lisboa fez história no ano transacto, ao afastar o FC Porto nesta importante competição.

O jogo está agendado para o próximo dia 9 de Dezembro.


JOGO AMIGAVEL PARA MANTER A FORMA:

Em dia de festa para os homens de Vieira de Minho, o Vitória cumpriu o seu papel e ganhou por 2 – 0.

O resultado foi construído no segundo tempo, através dos golos de Felipe e Flávio. A equipa de Manuel Cajuda mostrou com naturalidade a sua força, embora nos primeiros 45 minutos o jogo fosse bem mais equilibrado.

No final do encontro, o treinador do Vitória salientou que “a equipa cumpriu com o seu dever e ganhou o jogo. Caso não tivessem ganho, já estava estipulada uma multa de 50 euros a cada jogador”.

Mesmo assim, Cajuda gostou da entrega dos seus jogadores e fez questão de dizer que o mais importante “ era participar na festa da inauguração do relvado do Vieira”.

O Vitória regressa ao trabalho na terça-feira às 10 horas.

VITÓRIA – Nuno Santos, Radanovic, Geromel, Márcio, Andrezinho, Luciano, Moreno, Tiago Ronaldo, Fajardo, Rabiola e Felipe.

Jogaram ainda: Serginho, Diego Campos, Flávio, João Alves e Sérgio.

terça-feira, 15 de maio de 2007

marrokinos voltamos para vos infernizar


Guimaraes e portugal.......o resto sao meras conquistas......guimaraes ale guimaraes ale guimaraes ale........











este e o novo inferno k ides ter de enfrentar.....e lindo e uniko....vitoria ate depois da morte





a imagem mais linda k tenhu no meu pc.....ehehehehheheheheheh....vitoria sempre.......